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Novembro . 2010

Do interior para as nações

Do interior para as nações

Do interior para as nações

Entre um twitter e outro, Joane Bentes (Tia Jô) falou em entrevista ao CPAD WEB sobre sua infância no interior do Amazonas - onde aos nove anos já lecionava na Escola Dominical -, e sua vida atual como ministra da Palavra de Deus para adultos e, especialmente, crianças do Brasil e diversos outros países.

Tia Jô falou também sobre sua participação como palestrante infantil no Congresso Internacional de Missões das Assembleias de Deus – CIMAD, que acontecerá de 18 a 21 de novembro, no Riocentro, Zona Oeste do Rio, além da parceria com a Patmos Music.

Tia Jô diz que quando pequena nunca pensou que seu ministério alcançasse tantas vidas. Para sua família é a concretização de um sonho que surgiu no coração de Deus.

“Como uma criança do interior do Amazonas, vivia minhas limitações. Só andávamos de barcos e morávamos em casebres; uma realidade de vida totalmente inversa da cidade grande. Porém, havia as promessas de Deus e, entre elas, muitas vezes ouvi o Senhor dizer que eu seria a Garota das Nações”, fala.

Confira a entrevista

Há quantos anos você ministra a Palavra de Deus para crianças?
Tenho 26 anos de Ministério Infantil. Sou natural do Amazonas. Meu pai é pastor da Assembleia de Deus no Amazonas. Então, com nove anos já dava aulas na Escola Dominical Infantil na minha cidade.

Quando surgiu a Tia Jô?
Desde o primeiro dia que dei aula na Escola Dominical. Foi um título dado pelas próprias crianças. Dali em diante nunca mais consegui trocar. Tentei mudar o pensamento, pois como professora secular, não é aconselhável ser vista pela criança como membro de sua família, e sim como mestre. Porém, na igreja há diferença; Nós somos uma família. Isso, inclusive, ouvi de uma criança.

O seu CD ‘Tia Jô & Cia - Família Especial’ foi distribuído com o selo Patmos Music. Qual a importância desta parceria para o seu Ministério?
Minha vida tem um divisor de águas, antes e depois da CPAD, pois a mesma me fez conhecida em toda nação brasileira. Em conseqüência, hoje tenho um ministério fora do Brasil também. Tenho um trabalho missionário na África – SOS África Crianças - sustentado pelo meu Ministério.

Ministrar em diversas igrejas já é realizar missões. Além disso, você desenvolve outros trabalhos missionários?
O SOS África é também sustentado pelo meu Ministério. É uma Missão que atua nas regiões mais pobres da África há 25 anos. Trabalhamos em tribos onde 98% das pessoas são soropositivas.

Todos os meses envio uma ajuda financeira para manter o projeto com as crianças, especialmente em Moçambique e no Malawi. Vou à África uma vez por ano. Juntamente com a Secretaria de Missões do SOS África, visitamos tribos levando a Palavra de Deus, medicamentos, literaturas, roupas e calçados.

Anualmente visito também vários outros países, ministrando em Encontros Infantis e atuando também na formação de professores de Escola Dominical. Este ano fui à Alemanha, Itália, Peru, Chile, Áustria e por quatro vezes em diversos estados dos EUA.

Quando pequena você sonhava que seu ministério alcançaria essa dimensão?

Nunca. Como uma criança do interior do Amazonas vivia minhas limitações. Só andávamos de barcos e morávamos em casebres; uma realidade de vida totalmente inversa da cidade grande. Porém, havia as promessas de Deus e, entre elas, muitas vezes ouvi o Senhor dizer que eu seria a “Garota das Nações”. Hoje entendo o que realmente significa isso. Para os meus pais que ainda vivem no Amazonas e toda minha família, estamos vivendo um sonho.

Seu foco é evangelizar crianças, mas o trabalho que você desenvolve acaba alcançando as famílias também, não é?
Nas ministrações procuro alcançar os pais mostrando a eles a relevância da educação infantil cristã e a missão de cada um em educar o seu filho no Caminho, como manda a Bíblia.

Imagino que ao longo de sua trajetória já escutou muitos testemunhos de crianças e adultos que foram ministrados por Deus através deste trabalho...

Sim, sim. São vários testemunhos de pais que se converteram por intermédio de seus filhos que participaram desses encontros, entre outros. Ah, uma coisa muito linda que aconteceu comigo: na cidade de São Paulo, um menino foi batizado no Espírito Santo. Seu pai já tinha uma vida de trinta anos na igreja e não era batizado. O menino abraçou o pai e ele foi batizado também. Foi lindo! Isto foi muito marcante!

O que está pretendendo fazer para o CIMAD?

Teremos a oportunidade de falar sobre Missões para crianças. A ideia é mostrar o potencial de uma criança como ganhadora de almas. Na programação do CIMAD faremos viagens missionárias com nossas crianças através de vídeos e músicas. Também faremos concursos e gincanas missionárias. Tudo com objetivo de envolver a crianças no projeto missionário de sua igreja.

Qual expectativa em relação ao trabalho que será desenvolvido no CIMAD?

Em primeiro lugar trazer transformação para as crianças porque o trabalho missionário em si, desfaz em nós o egoísmo, o materialismo, a ingratidão. Apresentaremos às crianças a realidade tão difícil de vidas de pessoas que não têm nada e muitas vezes são mais gratas a Deus do que nós que temos recebido tanto dele em nossa nação.

Por que missões?

Por que é o coração de Deus e está no meu coração. Foi uma semente plantada em mim quando muito pequena e hoje está florescendo.

Quais os planos para o futuro?

Estamos elaborando juntamente com a Patmos um novo trabalho que fará diferença no segmento evangélico infantil. Apresentaremos um produto de qualidade com prioridade. Neste trabalho quero levar as crianças a conhecerem a Palavra de Deus através da música. A Patmos tem o meu perfil; o perfil do meu povo. É um privilégio regido de grande responsabilidade.

Aproveite também para visitar a seção de produtos infantis da Loja Virtual da CPAD

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